Vacina ajuda a vencer os desafios na saúde
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Vacina ajuda a vencer os desafios na saúde

Imunizantes passam a ter papel ainda mais importante na sociedade no momento em que o planeta enfrenta uma pandemia

Alta Diagnósticos, Estadão Blue Studio
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10 de maio de 2021 | 07h00

Ao longo da história, a imunização garantida pelas vacinas tem proporcionado a sobrevivência e a qualidade de vida da sociedade. Essa jornada de proteção, que em 4 de maio completou 225 anos1, sempre teve sua importância e se mantém até hoje em constante evolução. Graças aos imunizantes, o Brasil registrou, por exemplo, redução signi­ficativa nos casos de doenças como a poliomielite, a coqueluche e a rubéola.

No último ano, por causa da pandemia do novo coronavírus, o papel das vacinas ganhou destaque, e a população passou a refletir mais sobre a importância do recurso para garantir uma boa saúde e evitar o aparecimento de casos de doenças controladas, como ocorreu com o surto de sarampo em 2020.

No entanto, se a população parar de vacinar seus ­ filhos, algumas doenças que já estavam praticamente erradicadas podem voltar a aparecer e causar novas epidemias. Para que a população se mantenha protegida – dos recém- nascidos, passando pelas mulheres em fase de puerpério, crianças, adolescentes e adultos até a velhice –, seguir o calendário é, fundamental. Ou seja, a proteção deve acompanhar as pessoas em todas as fases da vida.

No Brasil, no caso dos idosos, a imunização anual de quem tem mais de 60 anos tem impactado no número de internações e nas ocorrências de morte causadas por pneumonia e gripe (influenza), que pode provocar a infecção viral aguda do sistema respiratório.

No caso das crianças, as coberturas vacinais no Brasil têm ­ ficado abaixo da meta do governo federal desde 2018. Mas o problema não é localizado. A Organização Mundial da Saúde (OMS)2 tem alertado para a queda na imunização desse público nos últimos anos. Por causa da desinformação, disseminada principalmente por meio das redes sociais, o problema é generalizado e afeta países com os mais diferentes perfis socioeconômicos.

A diretora médica de Análises Clínicas do Alta Diagnósticos e especialista em Patologia Clínica e Pediatria, Natasha Slhessarenko, dá exemplo do retrocesso. Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o certificado de país livre de sarampo. No biênio 2018-2019, o país perdeu o reconhecimento por causa da volta de casos.

“Temos visto essas baixas coberturas vacinais ao longo dos anos, mas na pandemia isso foi assustador, porque houve um grande impacto nas coberturas vacinais por causa do movimento antivacina, da disseminação de fake news e do receio da população em ir pessoalmente se vacinar”, analisa Natasha.

Num contexto agravado pela pandemia, seguir o calendário de imunização, seja qual for a faixa etária, se tornou ainda mais necessário. Agora, com a proximidade do inverno, é a época de vacinação contra o influenza. Como o vírus é mutante, uma nova dose, adaptada às cepas circulantes, deve ser aplicada a cada ano, explica Maria Isabel de Moraes Pinto, infectologista e especialista em vacinas da Dasa.

Alguns grupos são mais predispostos a quadros graves de saúde quando são contaminados pelo influenza. Por isso, estão entre os prioritários no programa público de vacinação – crianças de até 6 anos, gestantes, idosos a partir de 60 anos e quem tem alguma comorbidade, como diabetes, anemia falciforme, doenças respiratórias crônicas e cardiopatias.

No entanto, a vacinação de pessoas fora desses grupos de risco é importante para reduzir a gravidade da infecção. “Além disso, esse tipo de cuidado evita que outras pessoas se contaminem e estejam sob o risco de um agravamento da doença”, salienta Maria Isabel.

A especialista lembra ainda que há algumas diferenças entre as vacinas disponíveis no mercado. No Alta Diagnósticos, por exemplo, o imunizante contra o influenza é do tipo quadrivalente, que protege contra os quatro principais sorotipos de vírus da gripe – duas cepas de vírus A e duas do B. Já no programa federal, a versão é a trivalente, que não abrange uma das cepas do vírus B.

Fonte:

1. https://www.bio.fiocruz.br/index.php/br/noticias/1738-conheca-a-historia-das-vacinas

2. https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6232:omse-unicef-alertampara-declinio-navacinacao-durantepandemia-de-covid-19&Itemid=820

 

Atendimento móvel e drive-thru para aumentar a proteção

No Alta Diagnósticos, o cliente não precisa ir à unidade ou sair do carro para a vacinação

O Alta Diagnósticos, que pertence à Dasa, maior ecossistema de saúde integrada do Brasil, fez ajustes em sua estrutura de atendimento com o objetivo de tornar ainda mais segura a jornada de cuidados com a saúde. Além de cumprir uma série de protocolos em suas unidades e de ter reforçado o treinamento dos pro­fissionais, a rede de medicina diagnóstica ampliou sua oferta de serviços para garantir o conforto, inclusive para aqueles que não querem ou não podem sair de casa.

Para a segurança e a comodidade do paciente, é possível agendar o atendimento móvel ou nas unidades pelo site ou por telefone. O serviço domiciliar é realizado por profissionais capacitados e é oferecido para quem vive em São Paulo e na cidade do Rio de Janeiro, sem custo adicional.

Além disso, o Alta oferece a vacinação no modelo drive-thru. Basta ir a uma das unidades capacitadas, em São Paulo - Campo Belo, Alto de Pinheiros, Panamby, Vila Olímpia e Higienópolis.

Natasha Slhessarenko, diretora médica de Análises Clínicas do Alta Diagnósticos, explica que algumas comodidades já eram disponibilizadas antes da pandemia como parte da política de levar o atendimento mais adequado às necessidades do cliente nos diferentes momentos da vida, mas os cuidados foram intensificados. “No contexto da pandemia, a segurança vem em primeiro lugar. Alternativas como essas são muito cômodas, confortáveis e seguras”, pontua.

Com as medidas de restrição de funcionamento de algumas atividades, o Alta Diagnósticos investiu também em um horário de atendimento mais flexível. A vacinação ocorre de domingo a domingo, inclusive nos feriados.

Ao todo, o Alta Diagnósticos oferece 22 tipos de vacina, o que facilita a vida de quem precisa colocar a carteira de vacinação em dia. Afinal, seguir o calendário de vacinação é fundamental. Os cuidados começam antes do nascimento, com a imunização dos pais para que a proteção do bebê, que não conta com o sistema imunológico formado, comece ainda na fase fetal. Mas cumprir com o calendário deve ser um compromisso ao longo da vida.

Maria Isabel de Moraes Pinto, infectologista e especialista em vacinas da Dasa, reforça ainda a necessidade de renovação das vacinas, por exemplo, no caso do influenza. “Tem dois motivos principais. Primeiro é que o vírus é propenso a sofrer mutações frequentes. A outra justificativa é porque os níveis de anticorpos vão durar alguns meses. Então, eu precisaria fazer um reforço”, diz.

Fontes:

1. https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/situation-reports

2. https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/oms-e-unicef-alertam-para-um-declinio-na-vacinacao-durante-pandemia-de-covid-19




 

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