Agência Estado
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Vacinação contra a gripe acaba nesta sexta; ministro faz apelo

Alexandre Padilha, da Saúde, pede que pessoas dos grupos prioritários procurem postos de saúde

Agência Brasil

31 de maio de 2012 | 17h43

BRASÍLIA - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pediu nesta quinta-feira, 31, que os grupos considerados prioritários na vacinação contra a gripe procurem os postos de saúde até sexta-feira, quando acaba a campanha nacional de imunização contra a doença.

 

A meta do governo é proteger 24,1 milhões de pessoas com mais de 60 anos, crianças entre 6 meses e 2 anos, gestantes, trabalhadores de saúde e indígenas, totalizando 80% do público-alvo.

 

"Podemos discutir caso a caso, alguns estados específicos que possam não ter atingido a meta, mas o fundamental é que as pessoas se vacinem até o dia 1º de junho porque, quando se toma a vacina, demora de dez a 15 dias para se estar totalmente protegido contra a gripe. Portanto, se vacinar nesta data permite que você esteja protegido no momento em que o inverno é mais rigoroso e em que a transmissão da gripe aumenta", explicou.

 

Padilha lembrou também que a decisão tomada pela pasta em 2011 de ampliar os grupos prioritários ajudou a reduzir em 66% as mortes e em 44% os casos graves de gripe no país. "É uma vacina que é segura, que protege as pessoas que mais precisam, que são os grupos prioritários, e que ajuda a cortar a cadeia de transmissão para o resto da população", concluiu. 

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