Mapas mostram avanço do novo coronavírus no mundo e no Brasil

CONTEÚDO ABERTO PARA NÃO-ASSINANTES: Doença começou a ser detectada na China e logo se espalhou para outras localidades, incluindo o Brasil; veja países afetados

Redação, O Estado de S. Paulo

18 de março de 2020 | 16h34
Atualizado 02 de abril de 2020 | 10h27

SÃO PAULO - Inicialmente tratado como uma "doença misteriosa", o novo coronavírus, a covid-19, começou a ser detectado na China e rapidamente se espalhou para outras localidades, sendo responsável por internações e mortes. Presente em mais de 100 países, como mostra o mapa, a doença desencadeou uma força-tarefa de cientistas e autoridades de saúde para conter o seu avanço e fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarasse pandemia.

A circulação do vírus teve início em Wuhan, na China, mas os Estados Unidos já concentram a maioria dos casos da doença e a Itália têm o maior número de mortes. Espanha e Alemanha também registram números elevados de pacientes.

No Brasil, até o momento, 6.836 casos foram confirmados, e o País registra transmissão local do vírus, de acordo com o Ministério da Saúde. São Paulo é o Estado que contabiliza mais notificações com resultados positivos e o primeiro a confirmar uma morte em decorrência da covid-19. Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia e Santa Catarina também registraram óbitos pela doença.

Como evitar o coronavírus

Infectologistas explicam que, apesar dos casos graves, 80% dos episódios são leves e os pacientes podem se recuperar sem necessidade de internação. O uso de máscaras é recomendado apenas para pessoas com sintomas de doenças respiratórias, como tosse e coriza.  

As principais orientações para evitar a contaminação são lavar as mãos e cobrir nariz e boca ao tossir e espirrar. As mãos devem ser lavadas com água e sabão por 20 segundos. Também é recomendado não compartilhar objetos de uso pessoal, evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam higienizadas.

Caso se depare com uma pessoa com sintomas respiratórios, a recomendação da OMS é manter distância de, ao menos, um metro para evitar contato com as gotículas infectadas pelo vírus.

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